sábado, 8 de dezembro de 2012

Cimi lança manifesto e denuncia os ‘decretos de extermínio’ atuais contra os povos indígenas

Com o objetivo de denunciar o genocídio, assassinatos e a violência, o Cimi lança o documento Povos Indígenas: aqueles que devem viver - Manifesto Contra os Decretos de Extermínio.
O manifesto foi apresentado durante audiência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados nesta terça-feira, 4. Na ocasião, a Associação dos Juízes pela Democracia (AJD) e o Cimi entregaram manifesto subscrito por mais de 20 mil pessoas que aderiram à campanha Eu Apoio a Causa Indígena.
“Se durante a ditadura militar a resistência dos Waimiri Atroari ante a construção da rodovia transamazônica, na década de 1970, foi reprimida com bombas, metralhadoras e até armas químicas, hoje tal premissa genocida segue em curso na busca por uma identidade nacional desenvolvimentista, homogênea, sem a presença das comunidades em seus territórios tradicionais. Um exemplo é a construção de megaprojetos (estradas, hidrelétricas e projetos de mineração), que por onde passam deixam rastros de destruição e morte”, lê no site do Cimi.
O extermínio contra os indígenas continua através do confinamento dos povos e comunidades em terras insuficientes, da morosidade do governo na condução dos processos de demarcação das terras de povos que vivem em acampamentos provisórios, com o descaso na área da saúde e educação. Segue ainda na omissão do poder público diante das agressões cotidianas sofridas pelos povos, além da invasão do território tradicional por madeireiros, fazendeiros, narcotraficantes. A violência sistemática é cometida contra como um decreto de extermínio que nunca foi revogado pelas forças anti-indígenas. Alguns exemplos concretos podem ser apresentados, como é o caso do povo Xavante de Marãiwatsédé, no Mato Grosso, em luta pela extrusão do seu território invadido por fazendeiros. Também dos Guarani Kaiowá e Terena do Mato Grosso do Sul, expropriados de suas terras pelo agronegócio, vivendo em situações desumanas. No mesmo estado, os Kadiwéu tiveram suas terras demarcadas há mais de 100 anos e correm o risco de serem novamente expulsos.
Chamam também a nossa atenção as dezenas de acampamentos à beira de rodovias, espalhados na região sul do país, nos quais os povos Guarani e Kaingang enfrentam baixas temperaturas e o perigo dos atropelamentos. No Maranhão, os Awá-Guajá sofrem as mais diversas pressões, com destaque para assassinatos e invasões de terras homologadas.
Embora seja consenso a importância da pluralidade étnica e cultural, por outro lado não existem políticas concretas em defesa do modo de viver dos indígenas, em pese tais povos tenham seus direitos resguardados pela Constituição Federal. Após quase 40 anos (1974) da publicação do documento Y-Juca-Pirama: O índio aquele que deve morrer - que denunciou a política genocida do governo brasileiro e gerou impacto junto à opinião pública nacional e internacional, durante os anos da ditadura - muita das ameaças aos povos indígenas denunciadas pelo Cimi naquela ocasião ainda persistem.
O Cimi publica esse segundo manifesto no intuito de concretizar a profecia anunciada pelo Y- juca Pirama: “Chegou o momento de anunciar, na esperança, que aquele que deveria morrer é aquele que deve viver”.
O sumário do manifesto ainda traz um bloco de artigos sobre o projeto de vida dos povos indígenas, os principais documentos indígenas dos últimos 40 anos e a republicação do Y Juca Pirama, lançado em 1974. Como anexo, as terras e povos indígenas afetados pelos grandes empreendimentos.

Fonte: CIMI
Fonte: http://migre.me/chpzy


Obra da Infância e Adolescência Missionária avalia formação de coordenadores


Na tarde desta sexta-feira, 7, a 17ª Assembleia Nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM), que acontece em Brasília (DF) abriu espaço para conhecer o trabalho das quatro Pontifícias Obras Missionárias (POM) e avaliar a formação de coordenadores e assessores. Padre Camilo Pauletti, diretor nacional das POM falou sobre o apoio que as Obras dão para animação missionária e projetos nos regionais. O diretor avaliou também, os resultados da Campanha Missionária realizada todos os anos no mês de outubro. “Além das assessorias e programas de formação, as POM produzem diversos subsídios, em especial para a Campanha Missionária. É precisovalorizar o material enviado para as dioceses e ajudar as comunidades para que façam a sua parte. É bonito quando a comunidade investe na formação”, sublinhou padre Camilo. O secretário da Obra da Propagação da Fé, padre Marcelo Gualberto Monteiro, apresentou um relatório detalhado de todas as atividades e iniciativas daquela Obra durante o ano de 2012. “A Juventude Missionária é o carro chefe, mas as Famílias Missionárias começam a se organizar em diversas partes do Brasil”. Além disso, aproveitou a oportunidade para informar sobre os preparativos para a Jornada Mundial da Juventude - JMJ Rio 2013 - que contará com a participação de jovens enviados pelas POM do Continente. Eles participarão da Semana Missionária especialmente organizada pelas POM que terão uma sede Missionária no evento.
“Nas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora (DGAE), os bispos estabelecem cinco urgências. A primeira é colocar a Igreja em estado permanente de missão. Isso está acontecendo de fato?” perguntou padre Sávio Corinaldesi, secretário nacional da Pontifícia Obra de São Pedro Apóstolo. “Na Igreja, às vezes, brincamos com palavras achando que são verdadeiras”, prosseguiu padre Sávio. “Todos falam que são missionários, mas ninguém está saindo do Brasil para evangelizar em outras partes do mundo”. Ao falar sobre as Obras de São Pedro Apóstolo e União Missionária disse que estas enfrentam dificuldades para animar o clero. “Sem conversão não conseguiremos colocar em prática o que pede a Conferência de Aparecida que parte do encontro com Jesus Cristo. Tudo depende do enfoque que damos na catequese e na formação que estão mais propensas a formar sacerdotes e levitas, preocupados com o culto e as leis, do que samaritanos. Nosso trabalho deveria tornar as pessoas samaritanas engajadas na transformação do mundo”, destacou. As principais atividades com os seminaristas são a experiência missionária de férias e a organização dos Conselhos Missionários (COMISE). “Não dá mais para formar padres que não sejam missionários”.
A Assembleia debateu ainda sobre a importância da comunicação para a animação missionária aproveitando de comunicadores e meios disponíveis nas dioceses e estados. Durante o momento de oração, no final da tarde, foi rezado o Terço Missionário que lembrou contextos de Missão nos continentes. Em seguida, o secretário nacional da IAM, padre André Luiz de Negreiros, coordenador da Assembleia, teceu várias observações sobre os encontros de formação de coordenadores e assessores, de crianças e adolescentes da IAM que acontecem ao longo do ano nos regionais e dioceses. Padre André motivou o trabalho em equipe “para não sobrecarregar nem centralizar tudo numa pessoa”. O secretário deu várias orientações para melhorar os encontros de formação quanto à sua organização, coordenação, metodologia, idade dos participantes, tema de estudo, utilização dos subsídios e ambiente de trabalho. Recordou que, em 2013 acontece no Brasil o Ano da Infância e Adolescência Missionária (IAM) para marcar os 170 anos de sua fundação. Estão previstos congressos diocesanos, provinciais e estaduais, culminando com a realização de um Congresso Continental da IAM em 2014, em Aparecida (SP).
Os trabalhos prosseguem na manhã deste sábado, 8, com a participação da Irmã Marcela Davies, secretária nacional da IAM da Argentina que fará uma partilha sobre os trabalhos no país vizinho.

FONTE: http://migre.me/choZ2


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Formação para a IAM no Regional Nordeste 2



O Regional Nordeste 2 da CNBB (Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte) acolheu no fim de semana, dias 26 a 28, o Encontro Regional de Coordenadores Estaduais, Diocesanos e Paroquiais da Infância, Adolescência e Juventude Missionária.
O secretário nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM), padre André Luiz de Negreiros, assessorou o encontro, que aconteceu em Ipanguaçu (RN). O Regional Nordeste 1 (Ceará) também participou da formação.
O tema discutido e estudado foi “Introdução ao Catecismo da Igreja Católica (YouCat – Catecismo Jovem)”. Houve ainda momento para dinâmicas e cantos, oficinas, desfile missionário (tradicional festa de aniversário da IAM 16 anos com direito a bolo de 16 metros); Noite Nordestina; saída para a zona rural; planejamento, encaminhamentos e avaliação.
Marcaram presença o casal Randerclécio e Elaine, que deu testemunho sobre as Famílias Missionárias. Também estiveram presentes os coordenadores estaduais do Pernambuco, Rio Grande do Norte, da Paraíba e do Ceará.
Curiosidade: O estado do Rio Grande do Norte é o único que todos os coordenadores diocesanos são seminaristas. Eles são dos municípios de Caicó, Natal e Mossoró.
FONTE: http://migre.me/bpYYx 

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Encontro Regional da Infância Missionária em Ipanguaçu/RN


De sexta-feira (26) a domingo (28), o município de Ipanguaçu sediará o Encontro do Regional Nordeste II da Infância Missionária (ERIM). O evento contará com a presença do secretário nacional da Infância e Adolescência Missionária, padre André Luiz de Negreiros, além de representantes de vários estados do Nordeste. Pela primeira vez o Rio Grande do Norte sediará o encontro. A paróquia de Ipanguaçu foi escolhida em reunião nacional. A abertura do encontro acontecerá na sexta-feira, na gruta de Nossa Senhora de Lourdes.

sábado, 20 de outubro de 2012

Fome mata uma criança a cada cinco segundos.


Apesar de apontar a redução de casos de subnutrição em mais de 30 países, o novo relatório da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre a fome no mundo diz que a falta de alimentos mata uma criança a cada cinco segundos.

O documento "O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo - 2004" afirma que, apesar do esforço em algumas partes do planeta, a meta de reduzir a fome pela metade até 2015 não está sendo conseguida. A fome e a desnutrição, diz o relatório, levam à morte todos os anos mais de 5 milhões de crianças, a maioria (mas não somente) nos países em desenvolvimento.

Acesse a BBC Brasil on-line

As estimativas da FAO - o programa da ONU para agricultura e alimentação que realiza o levantamento - são de que 852 milhões de pessoas em todo o mundo se subalimentaram durante os anos de 2000 e 2002. Esse número representa um aumento absoluto de 180 milhões de pessoas em relação ao período de 1995 e 1997. O aumento é generalizado nas regiões em desenvolvimento, com exceção da América Latina e do Caribe, onde se registrou uma pequena baixa.

Abaixo do peso

Do total de crianças subnutridas apresentado pela FAO, 815 milhões vivem em países em desenvolvimento; 28 milhões nos chamados países de transição (ex-repúblicas soviéticas, por exemplo); e 9 milhões nos países industrializados.

A fome também atinge as crianças recém-nascidas de forma drástica. Todos os anos, segundo o relatório, 20 milhões de crianças nascem abaixo do peso em países em desenvolvimento. Em alguns países como a Índia e Bangladesh, o número de casos de crianças nascidas abaixo do peso chega a 30% do total.

O documento diz ainda que a fome e a desnutrição custam cerca de US$ 15 bilhões anuais em dispensas médicas todos os anos. O relatório mostra que há estimativas de que 15 países da África e na América Latina poderiam reduzir a subnutrição pela metade até 2015, ao custo de US$ 25 milhões por ano. Em um período de dez anos este investimento poderia significar salvar a vida de cerca de 900 mil crianças.

Leite


O relatório faz uma lista de 95 países em desenvolvimento medindo o índice de fome e subnutrição de cada um. A Eritréia é o país que registra os piores índices, com mais de 35% da população afetada. O Brasil está em 27º lugar, com 9% da população sofrendo de subnutrição, e 30% das famílias pesquisadas confessando insuficiência alimentar crônica.

Os autores do trabalho sobre a fome dizem ainda que o crescente controle de supermercados sobre a indústria alimentar também pode afetar a segurança alimentar. De acordo com eles, a concentração muito grande da compra de alimentos na mão das grandes cadeias varejistas está reduzindo o número de fornecedores, acabando com pequenos produtores e aumentando a pobreza (e, conseqüentemente, a insegurança alimentar) em zonas rurais.

A América Latina e o Brasil são usados como exemplo desse processo no relatório

Na última década, os supermercados na região passaram de uma participação de 20% no mercado alimentar para 50%. No Brasil, o conjunto dos maiores supermercados controla cerca de 70% de todas as compras e vendas de alimentos. O estudo diz que no Brasil esse processo reduziu muito, por exemplo, o número de produtores de leite no país, porque as redes de supermercados optam por comprar de poucos grandes fornecedores. Em 1997, havia cerca de 170 mil produtores de leite no país. Em 2001, o número tinha caído para 100 mil.

sábado, 29 de setembro de 2012

Creche ilegal encerrada em Lisboa após denúncia de agressões a crianças


Uma casa em Lisboa que acolhia ilegalmente 16 crianças numa sala foi encerrada, esta quinta-feira, após denúncia e divulgação de um vídeo que levaram as autoridades a fazer um busca ao apartamento, revelou o presidente do Instituto da Segurança Social.
Segundo Edmundo Martinho, a denúncia, com o suporte em vídeo, foi entregue à televisão SIC e à Procuradoria-Geral da República (PGR), que requereu um mandado de busca à casa, situada na Avenida Miguel Bombarda, em Lisboa.
A busca efectuou-se, esta quinta-feira à tarde numa acção conjunta do Ministério Público, PSP e Segurança Social, tendo na altura sido encontradas 14 das 16 crianças que habitualmente estavam confinadas a uma sala daquele apartamento, que funcionava como creche sem licença.
Por estar a exercer actividade ilegalmente, a dona da casa foi identificada e o apartamento foi encerrado, permanecendo no local técnicos da Segurança Social que estão a recolher mais elementos de prova.
Edmundo Martinho adiantou à Lusa que a dona do apartamento já tinha antecedentes por situações idênticas, pois em finais de 2010 uma outra habitação sua, situada numa rua próxima, foi também encerrada por estar a funcionar ilegalmente como creche.
O responsável admitiu que as imagens gravadas em vídeo podem configurar maus-tratos a crianças, mas observou que compete agora ao Ministério Público apurar eventuais responsabilidades criminais das pessoas envolvidas na actividade.

Uma em cada quatro crianças angolanas morre até aos cinco anos


Uma em cada quatro crianças até aos cinco anos morre em Angola, afirmou a ministra da Família e Promoção da Mulher, Genoveva Lino, que defendeu que têm de se "despertar comportamentos positivos" em todas as mães.
Na abertura do seminário sobre "Advocacia para a divulgação da estratégia nacional de comunicação e promoção das competências familiares", na quinta-feira, a ministra alertou que as crianças representam o grupo mais vulnerável da sociedade, marcado por uma alta taxa de mortalidade e baixa esperança de vida ao nascer.
"As competências familiares têm o objectivo de melhorar a qualidade da saúde, educação e protecção das crianças até aos cinco anos", afirmou a ministra, citada pelo "Jornal de Angola".  
Genoveva Lino disse ainda que o seu Ministério pretende "despertar comportamentos positivos" em todas as mães, estando a motivar as mulheres a adoptar comportamentos que podem salvar vidas.  
Afirmando que apenas 14% das crianças são amamentadas em exclusivo, a ministra defendeu que todas as mães devem tentar amamentar os bebés durante, pelo menos, seis meses.  
A governante acrescentou que os alimentos sólidos e as papas são introduzidos muito cedo, o que aumenta a vulnerabilidade das crianças, colocando-as no ciclo vicioso de mal nutrição e infecções.  
Por seu lado, o representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Koenraad Vanormelingn, defendeu que "se 90% das mães amamentassem de forma exclusiva e imediata os seus bebés até aos seis meses, era possível salvar a vida de 10 mil crianças todos os anos". 
 

sábado, 8 de setembro de 2012

Guerra no Congo Afeta uma Geração de Crianças.

Os senhores da guerra mataram até mesmo a infância aqui.

À medida que milícias disputam o controle desta cidade provincial no Nordeste do Congo, os jovens de Bunia estão pagando um alto preço. A guerra fechou suas escolas, os deixou aleijados e famintos, matou seus pais diante dos seus olhos. Ela transformou as crianças em assassinas impiedosas e assombra suas lembranças com lesões que seriam impróprias aos adultos mais resistentes. Garotas foram estupradas, crianças pequenas foram chacinadas, um bebê foi abandonado chorando em meio a cadáveres.

Outro dia, enquanto um comboio de embaixadores do Conselho de Segurança da ONU cruzava a rua principal de Bunia para uma breve visita, um menino de 14 anos de olhar sério, chamado Jean de Dieu Udaga, estava parado diante de um hospital improvisado. Seus pais foram fuzilados diante dele no mês passado. Ele teve que fugir para salvar sua vida, com pernas cravadas de estilhaços.

Hoje, suas pernas estão quase curadas, mas só isto. Jean de Dieu, um dos inúmeros órfãos da cidade, não tem para onde ir além do colchão fino de espuma no chão do hospital -nenhum lugar exceto, como temem os defensores dos direitos das crianças, para os braços dos magros e pequenos soldados-crianças que desfilam por estas ruas com granadas de mão como brinquedos. Um deles, uma presença diária nesta rua principal, carrega seu arsenal mortífero em um mochila amarela brilhante com um personagem de desenho animado.

O que esta geração abalada poderá alguma dia provocar neste país é impossível de saber. Por ora, a questão nas mentes dos trabalhadores de direitos humanos é como e se é possível levar à justiça os adultos que violaram seus direitos. A delegação do Conselho de Segurança, em sua recente visita a Bunia, prometeu colocar um fim à impunidade dos violadores dos direitos.

Até o momento, a força de paz da ONU neste país tem conseguido fazer pouco para conter a violência. O Conselho de Segurança agora enfrenta a difícil questão sobre se fortalece o mandato da missão, que expira no final de junho. O Conselho tratará da questão em 23 de junho.

O fato de todos os países envolvidos na guerra que já dura 4 anos e meio neste país -o governo congolês em Kinshasa, assim como as vizinhas Uganda e Ruanda- terem ratificado a Convenção dos Direitos da Criança da ONU parece hoje uma abstração fria e cruel. Segundo a lei internacional, os líderes milicianos que recrutam crianças como soldados, para não falar daqueles que estupram e matam crianças, podem ser julgados como criminosos de guerra. Um relatório do secretário-geral da ONU apresentou 10 grupos armados diferentes neste país que estavam recrutando crianças como soldados.

"Nós torcemos muito para que os perpetradores da violência, independente de onde forem, paguem por isto", disse Kristine Peduto, uma conselheira de proteção à criança da missão da ONU em Bunia. "Aqueles que estão estuprando, aqueles que estão matando, aqueles que são responsáveis pelos abusos dos direitos humanos, e especialmente o abuso de crianças".

No dia da visita do Conselho de Segurança, um grupo de adolescentes inquietos e ociosos estava em uma esquina, recontando os horrores que viu.

Um jovem de 18 anos disse que seus pais fugiram, o deixando para trás para cuidar de seu irmão mais novo. Um outro de 20 anos com cabelo bem aparado disse que viu dois homens serem fuzilados enquanto corriam à procura de abrigo. Seu irmão foi morto no mesmo dia, e a mãe dele há dois anos na sua aldeia natal.

Ninguém sabe qual é o número de órfãos espalhados por Bunia e arredores. A missão da ONU daqui já registrou 250 crianças que foram separadas de seus pais; em uma cidade chamada Beni, a 96 quilômetros ao sul, para onde muitos dos moradores de Bunia fugiram durante os combates mais recentes, as Nações Unidas registraram outras 2 mil crianças abandonadas.

A situação ruim das crianças de Bunia não é incomum nesta guerra. O conflito tem atingido duramente seus jovens, os cidadãos mais vulneráveis. Dos cerca de 3,3 milhões congoleses que morreram, a maioria é composta de civis que sucumbiram não por ferimentos de bala, mas por doenças tratáveis, como diarréia e sarampo. As crianças correspondem a uma grande parcela das vítimas.

Mais de 12% das crianças não atingem o primeiro aniversário, segundo estimativas da Unicef. O número de crianças de rua nas cidades congolesas tem aumentado. As aldeias e cidades pequenas estão repletas de jovens desnutridos com barrigas inchadas e cabelo amarelado. Segundo um relatório de 2001 da Unicef, 16% das crianças com menos de 1 ano sofrem de desnutrição aguda.

"A guerra teve um custo enorme sobre as crianças e outros civis", disse a Watchlist on Children and Armed Conflict (lista de irregularidades envolvendo crianças e conflitos armados), uma organização não-governamental baseada em Nova York, que compilou estas estatísticas sombrias em um relatório divulgado em meados de junho. "O Conselho de Segurança da ONU deve pressionar por uma atenção especial à segurança e direitos das crianças nas negociações de paz, pelo fim da impunidade de crimes contra crianças e pelo apoio a programas e políticas que protejam e melhorem as vidas das crianças congolesas, mesmo se o conflito continuar". 
 

1,5 Milhão de Crianças Morrem nos 10 Países mais Pobres.


Segundo relatório da Unicef divulgado dia (7) na Alemanha, a cada ano 1,5 milhão de crianças morrem antes do quinto ano de idade por causa de doenças, miséria crônica e explosão de minas.
Berlim – Nos dez países mais pobres e marginalizados do mundo, a cada ano 1,5 milhão de crianças morrem antes do quinto ano de idade por causa de doenças, miséria crônica e explosão de minas. O dramático dado está presente no relatório anual para o 2004 que na Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) apresentou nesta sexta-feira (7), em Berlim.

Só na República Democrática do Congo (ex-Zaire), as crianças com menos de cinco anos mortas por ano chegam a 530 mil. Nos países africanos de Angola e da Serra Leão, como também no Afeganistão, uma criança em cada quatro não chega ao quinto aniversário.

As doenças mais freqüentes que levam a morte das crianças são sarampo, a diarréia, a malária e os distúrbios respiratórios. Todas doenças que no resto do mundo se curam regularmente.

Na conferência de imprensa em Berlim, na qual estava presente, entre outros, o cantor norte-americano Harry Belafonte, embaixador da Unicef, a organização internacional lançou um apelo aos governos e para a opinião publica do mundo todo para que sejam colocados a disposição mais meios e ajuda em favor de crianças dos países mais pobres. Reclamou-se que muitos países miseráveis não têm acesso aos recursos de organizações humanitárias.

Harry Belafonte criticou a indiferença em relação à fome e às doenças. "Se não superamos tudo isso, não viveremos em paz", disse o cantor. "A importância político-estratégica de um país e a sua presença na mídia não podem decidir sobre a eventual ajuda as crianças necessitadas", observou, por sua vez, o responsável pela Unicef na Alemanha, Dietrich Garlichs. 

Oração pelas Crianças da Ásia.


1. Ore pela salvação das crianças no continente Asiático.
 
2. Ore afim de que os missionários amem as crianças e tenham sabedoria e capacidade de Deus para comunicar o evangelho em uma linguagem que as crianças compreendam o amor de Deus.
 
3. Ore para que os governantes e lideres de toda a Ásia levantem-se para promulgar projetos que abençoem as crianças e promova justiça para protegê-las:
 
a) da prostituição infantil,
b) do comercio ilegal de crianças,
c) do trabalho escravo,
d) da violência dentro e fora de casa,
e) da fome e miséria,
f) das condições sub-humanas no dia a dia,
g) da exploração sexual,
h) da descriminação étnica e racial.
 
4. Ore pela igreja em cada nação para que programas sejam criados com o objetivo de alcançar os pequeninos e leva-os a Jesus Cristo.

O Exército de Crianças Assassinas.


O "jogo de esconde-esconde" começa durante a noite, quando milhares de pequenas figuras saem de cabanas de sapé e caminham para a cidade de Kitgum no meio da escuridão.
A noite é muito fria para se ficar andando pelas ruas, mas as crianças se aglomeram, umas bem junto das outras, sob a luz das estrelas até o raiar do dia. Lá no mato, invisíveis, estão as outras crianças: as que buscam, armadas com fuzis AK-47, bastões e facas.
Este jogo é realizado todas as noites nas cidades e povoados vizinhos, numa área que se estende por centenas de quilômetros. Se os "escondidos" são encontrados pelos meninos guerreiros do Exército de Resistência do Senhor (LRA - Lord's Resistence Army), experimentam um destes três resultados: ou são mortos no local, ou são obrigados a marchar até o mato e mortos, ou são levados para a floresta e obrigados a tornar-se matadores.
Versão macabra - Parece uma versão macabra de Pied Piper, ou de Lord of the Flies (Senhor das Moscas), mas isso é Uganda no 17.º ano de um conflito que está entrando em sua fase mais sangrenta.
Depois de uma trégua, o LRA voltou a penetrar em Uganda desde o sul do Sudão para repetir uma campanha de rebelião contra o governo e de terror contra seus irmãos da tribo dos acholis.
Neste mês, oito pessoas foram mortas a golpes de picareta, e cem casas com tetos de sapé foram incendiadas na cidade de Alito, segundo o Exército ugandense. Esta foi a mais recente de uma série de incursões que deixaram dezenas de mortos e feridos.
Um dia depois da incursão, representantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas visitaram Kampala para se reunir com o presidente ugandense, Yoweri Museveni, a fim de discutir uma solução para o conflito.
Em Kitgum, poucas pessoas esperam que haja um grande avanço. Simon Addison, do programa humanitário da Oxfam no Norte de Uganda, afirma que mais de 800 mil pessoas foram deslocadas de seus lares, mudando-se em sua maioria para acampamentos sem alimentos e abrigos adequados. As clínicas e escolas estão caindo aos pedaços.
A Oxfam fornece cobertores, alimentos e cuidados médicos, mas isso não basta. "As pessoas estão presas a uma situação na qual somos completamente impotentes", disse Addison.
"Elas não estão em condições de empunhar as armas ou de fazer avançar o processo de paz", acrescentou.
Os pais são impotentes porque este é um conflito travado em grande parte pelos próprios filhos menores, um conflito de crianças contra crianças. As vítimas e, ao mesmo tempo, os perpetradores de tais atrocidades são seus filhos e filhas, alguns com apenas 7 anos.
O Exército de Uganda reuniu comunidades de agricultores em acampamentos e cidades supostamente protegidos. Os poucos que se arriscaram a ficar em seus povoados mandam seus filhos para a cidade de madrugada a fim de evitar seqüestros por parte do LRA.
Conhecidos como os "habitantes da noite", estas crianças caminham silenciosamente por caminhos sujos. As mais afortunadas levam cobertores, alimentos e canecas e se aglomeram nos pavimentos de igrejas, hospitais e escolas.
Na noite em que o enviado do Guardian visitou Kitgum havia mais de mil pessoas deitadas em frente às portas fechadas do hospital geral da cidade.
No meio da escuridão, é fácil pisar sobre o corpo de uma pessoa adormecida, mas ninguém se queixa disso.
Desde que o Exército de Uganda cruzou a fronteira do Sudão e empurrou os rebeldes de volta ao território ugandense no ano passado, isso se tornou uma coisa rotineira e os "habitantes da noite" se multiplicaram nas últimas semanas, enquanto os seqüestros aumentam.
O LRA é chefiado por Joseph Kony, um místico e esquivo, que teria cerca de 40 anos e pretende governar Uganda de acordo com os Dez Mandamentos do Senhor. Suas crianças guerreiras são orientadas por comandantes adultos que foram outrora meninos guerreiros.
A Associação de Pais Preocupados com as Atrocidades de Kitgum, que reabilita ex-combatentes, estima que 14 mil crianças foram seqüestradas e levadas para a selva e 8 mil delas escaparam ou foram mortas, o que deixa ainda 6 mil crianças guerreiras no LRA.
Nas paredes do escritório da associação estão desenhos dos que escaparam. Um desses desenhos mostra uma mulher pendurada numa árvore por um dos calcanhares enquanto uma figura a espanca com um vara e outra acende um fogo sob a sua cabeça. Outro desenho mostra membros cortados e um homem caído e com a boca sangrando.
Richard Kinyera, diretor da associação, afirma que estes incidentes realmente aconteceram. E todos os dias chegam novos fugitivos com novas histórias.
Em outra organização não-governamental, chamada Associação das Mulheres Preocupadas de Kitgum, Wanok Constant, de 13 anos, conta que foi seqüestrado e obrigado a participar de um espancamento até a mote de outro menino que havia tentado escapar.
Patrick Ocaya, de 17 anos, vestido ainda com suas botas de combate, suas calças surradas e com um desengonçado casaco com capuz, que era seu uniforme no LRA, escapou cinco anos depois de ter sido levado à força de sua casa em Acholibur.
Nervoso e evitando o contato ocular, ele conta que chefiava grupos de meninos de 11 anos que assaltavam veículos. Foi tão bem-sucedido que o LRA o apelidou de "Ambush" (Emboscada) e o promoveu a cabo . Três vezes ferido, ele recebeu também ordens para matar sete pessoas com pauladas na nuca.
"Às vezes, uma pancada é suficiente", diz ele. "A gente precisa garantir que o crânio ficou esmagado e os miolos saltaram para fora." Ele fica surpreso quando lhe perguntamos se sentia pena daqueles que ajudava a seqüestrar. "Eu não tinha piedade. Estas eram as minhas ordens", diz ele.
Há casos documentados de recrutas obrigados a matar parentes, a marchar sobre miolos espalhados pelo chão e a cozinhar e comer carne humana.
O terror serve ao LRA, porque, uma vez implicados nestas ações, as crianças se consideram proscritas, fora-da-lei. "Ficam com muito medo de fugir porque foram levadas a cometer atrocidades", diz Pietro Galli, da associação caritativa italiana AVSI.
As crianças mais jovens são as que mais se sentem felizes em apertar o gatilho. "Para impressionar seus colegas, elas se tornam matadoras eficientes", diz Galli. O tenente Okot Santo Lapolo, comissário do distrito de Kitgum, não aceita nenhum acordo de compromisso: seus soldados e seus helicópteros de combate, recentemente adquiridos, esmagarão os rebeldes.
Incapaz de cultivar seus campos, pobre e faminta, a população do Norte de Uganda, só quer a paz e a segurança. Mas uma solução militar significa a morte de seus filhos. Para muitos, isso é um preço muito alto.
O coronel Sam Kiwanuka afirma que alguns pais fornecem alimentos aos rebeldes e ocultam informações ao Exército. Eles sabem que as declarações do Exército sobre as baixas causadas ao LRA equivalem a crianças mortas. As crianças inexperientes são as mais vulneráveis às metralhadoras dos helicópteros.
Uma anistia e outras aberturas de paz fracassaram: alguns guerrilheiros temem o castigo, outros fazem parte de uma geração que só conhece a guerra da selva. O padre José Gerner, membro de um grupo de líderes religiosos que promovem a paz, está quase desesperado. "A política do governo consiste em destruí-los, mas o LRA são mulheres e filhos", diz ele.

Milhares de Crianças são Vendidas por Ano.


Cerca de 1,2 milhão de crianças são vendidas a cada ano por 10 bilhões de dólares, disse o Fundo da Organização das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em um relatório que será publicado na quarta-feira.
"O tráfico é um verdadeiro problema global, que afeta todos os países em todos os lugares", disse o relatório, intitulado End Child Exploitation: Stop The Traffic (Acabe com a Exploração Infantil: Pare com o Tráfico).
O assunto chegou às manchetes da Grã-Bretanha na terça-feira quando a polícia prendeu 21 pessoas em conexão com um ritual de sacrifício de uma criança nigeriana cujo torso sem cabeça e sem membros foi encontrado boiando no rio Tâmisa há dois anos.
Acredita-se que o garoto, que a polícia deu o nome de Adam por falta de identificação, tenha sido levado clandestinamente para a Grã-Bretanha.
Segundo o relatório do Unicef, enquanto a Europa é o maior mercado para o comércio de crianças, o oeste da África e o leste europeu são os principais fornecedores, e há também um próspero negócio entre as regiões fornecedoras e na Ásia.
O relatório aponta ainda que 500.000 mulheres e adolescentes são comercializadas todo ano em todo o mundo, na maior parte dos casos em países da ex-União Soviética.
O preço de um mulher em uma cidade da Romênia, por exemplo, foi fixado em 49 dólares. De acordo com o Unicef, cerca de 200.000 crianças também são comercializadas a cada ano no oeste da África, tanto para entrar no comércio de exportação para a Europa, como para serem vendidas como empregadas domésticas.
O sudoeste da Ásia é responsável por um terço do comércio doméstico e internacional de mulheres e crianças, acrescentou o relatório.
Foi observado um aumento de 20 por cento na prostituição infantil na Tailândia nos últimos três anos, e 15 por cento das garotas comercializadas no sul do Vietnã tem menos de 15 anos.
Na China, 250.000 mulheres e crianças são vítimas do tráfico, afirma o relatório.
O comércio não se limita ao sexo feminino. Milhares de meninos com cerca de cinco anos são comercializados de Bangladesh, Índia e Paquistão para os Emirados Árabes Unidos todo ano para trabalharem como condutores de camelos.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

PROGRAMA 12 - Pontifícias Obras Missionárias



Conclui a série de reflexões sobre o Mês Vocacional, o secretário nacional da Pontifícia Obra de São Pedro Apóstolo, padre Sávio Corinaldesi. Em suas palavras, o sacerdote lembra que as vocações são para todas as pessoas e que elas, as vocações são as mais diversas, mas todas podem se debruçar para a dimensão missionária. 

Encontro da IAJM reflete caminhada missionária na região Nordeste



Representantes da Infância, Adolescência e Juventude Missionária (IAJM) de oito estados do Nordeste, juntamente com pessoas de oito dioceses do Maranhão se reuniram no fim de semana, dias 17 a 19, no Centro de Formação Oásis de São Luís (MA) no 5º Nordestão da IAJM. O encontro teve por objetivo observar e avaliar como caminha a IAJM nos estados do Nordeste. De acordo com o diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias (POM), padre Camilo Pauletti, que participou do encontro, durante o Nordestão percebeu-se “o envolvimento das comunidades com IAJM e que esse trabalho tem feito a diferença nas bases”, no entanto, segundo ele, “é possível crescer. Há resistências de lideranças da Igreja e faltam assessores para acompanhar” e um problema grave, ainda segundo o diretor, é que pessoas que acompanham o trabalho de animação missionária nas dioceses e regionais estão sobrecarregadas com outros serviços da comunidade.
Em pauta, ao longo do encontro, o estudo do Decreto Ad Gentes, com alguns apontamentos sobre o Concílio Vaticano II, com partilha à luz da sua aplicação nos dias atuais, com assessoria do secretário nacional da IAM, padre André Luiz de Negreiros. O diretor das POM testemunhou sua última visita a Moçambique realizada no mês de julho e início de agosto. No sábado houve partilha dos trabalhos realizados pela IAJM nos estados.
Para os participantes, o encontro é um momento de troca de experiências e reencontro com companheiros da missão, como também é a oportunidade de buscar orientação para os trabalhos da IAJM. “Aqui amadurecemos e exercitamos nosso aprendizado com o compromisso de levar para os nossos assessores no Regional”, comentou Ana Maria Castro dos Santos, de Salvador (BA). “O encontro nos ajuda a trocar experiências e ver as realidades da Infância, Adolescência e Juventude Missionária de outros estados; assim, temos mais informações e novidades para os nossos trabalhos. Gostei de saber sobre a Jornada Mundial da Juventude e as Famílias Missionárias”, disse também Lienderson dos Santos da diocese de Coroatá (MA).
O arcebispo de São Luís, dom José Belisário da Silva, celebrou a eucaristia do domingo, “Envio dos Missionários” e deu seu apoio aos trabalhos missionários desenvolvidos no Regional e no Nordeste.

FONTE: POM - www.pom.org.br








domingo, 12 de agosto de 2012

IAM na Paróquia de Assu - RN


Neste ultimo Sábado aconteceu um encontro de Apresentação da Obra da IAM e Carisma a membros de pastorais, e outros movimentos e organizações sociais da cidade de Assu, o encontro foi assessorado pelo Coordenador Estadual da IAM Rafael Cosme Tavares. A paróquia de Assu da Diocese de Mossoró agradece a Rafael Cosme por sua disponibilidade e dedicação a estar presente na cidade. Confiram fotos do evento:









segunda-feira, 6 de agosto de 2012

PROGRAMA 10 - Pontifícias Obras Missionárias



O secretário nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM), padre André Luiz de Negreiros, abre o segundo programa de TV das Pontifícias Obras Missionárias (POM). Nesta edição, ele continua a abordar a dimensão missionária da vocação. Segundo o sacerdote, o apoio da família é indispensável para o amadurecimento das vocações e, da mesma forma, as crianças também atraem os pais para a vida em comunidade. ASSISTA

Encontro IAM Apodi/RN e Umarizal/RN


Neste final de semana (sexta-feira, sábado) estive na Paróquia de Apodi/RN, encontro de formação com assessores e coordenadores da IAM, além de ter me reunido com um grupo da IAM do Centro é importante lembrar que a Obra missionária pontifícia esta na paróquia a mais de 10 anos e como o vigor e amor pela obra se perpetua de criança a criança, existem mais de 12 grupos de Infância Missionária na Paróquia de Apodi.


 No domingo estive presente em Umarizal/RN onde também me encontrei com assessores e coordenadores da IAM, onde estudamos temas para maior aprofundamento da equipe paroquial que acompanha a IAM, na oportunidade me reuni com os dois grupos da Paróquia e na Missa da comunidade falei ao povo sobre a Obra da Santa Infância, explicando aos pais que tinham crianças na obra e outras pessoas da comunidade o nosso trabalho e o quanto já têm feito bem, a muiitas crianças de todo o mundo. Mais uma vez peço orações pelas nossas crianças e para que nossa obra continue crescendo cada vez mais em terras de Santa Luzia!
 


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Infância Missionária de Felipe Guerra/RN


No ultimo domingo (29 de julho de 2012) o grupo da Infância Missionária da cidade de Felipe Guerra se reuniu junto com o coordenador diocesano da IAM Gerdson Nascimento e realizaram um pequeno momento celebrativo e festivo na qual serviu como entrosamento entre os mesmos, como sempre no encontro houve a partilha dos compromissos semanais, leitura do evangelho e reflexão. Mais uma vez destacam-se os compromissos e atividades que nossas crianças realizam tudo com muito amor e carinho, eis que serve como fermento e impulso na caminhada de tantos outros. Pedimos a Deus para que esta Obra Missionária continue crescendo e criando raízes em nossa Diocese.





sexta-feira, 27 de julho de 2012

Crianças são usadas como escudo na Síria, diz ONG britânica


Brasília - A organização de assistência humanitária britânica War Child informou que crianças são usadas como escudos e soldados nos conflitos armados no país. Segundo a entidade, elas sãos alvos de execuções, sofrendo ferimentos graves, sequestros e estupros. De acordo com a War Child, nenhuma criança está segura no país. Só na capital, Damasco, estima-se que vivam 2 milhões de meninos e meninas.
A organização pediu à comunidade internacional que classifique os abusos contra crianças sírias como crimes de guerra e tome medidas para salvar a vida delas. A War Child informou que essa é a primeira avaliação ampla do efeito da crise síria na vida das crianças do país. Os conflitos armados na Síria já duram 16 meses e mataram mais de 16 mil pessoas.
Desde março de 2011, opositores do governo do presidente sírio, Bashar Al Assad, tentam tomar o poder. A oposição a Assad reivindica sua renúncia, mais liberdade política e de expressão no país. Assad reage utilizando as Forças Armadas. A imprensa estrangeira tem dificuldades de acesso ao país.
As organizações não governamentais informam que a Síria vive um clima de guerra. O número de refugiados aumenta diariamente. A Cruz Vermelha Internacional teme o agravamento da situação.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Dia dos Avós - 26 de julho


Benção aos idosos
Ó Deus eterno e todo-poderoso, em vós vivemos, nos movemos e somos. Nós vos louvamos e bendizemos por terdes dado a estes vossos filhos e filhas uma vida longa com perseverança na fé e em boas obras. Concedei que eles, confortados pelo caminho dos filhos, netos e amigos, se alegrem na saúde e não se deixem abater na doença, a fim de que, revigorados com a vossa benção, consagram o tempo da idade madura ao vosso louvor. Por Cristo, nosso Senhor

terça-feira, 24 de julho de 2012

Encontro com Infância Missionária na Paróquia de Alexandria/RN


Neste ultimo sábado dia 21 de Julho foi realizado um encontro com crianças, líderes e assessores da IAM de toda a Paróquia de Nossa Senhora da Conceição em Alexandria/RN, encontro este que estava inserido junto a visita pastoral do Bispo de nossa Diocese Dom Mariano àquela comunidade, o encontro foi marcado com testemunho de crianças e assessores sobre o trabalho da IAM desenvolvido na paróquia no decorrer de seus três anos de fundação, partilha dos compromissos semanais .. Estava presente no encontro o coordenador diocesano Gerdson Nascimento que conduziu todo o momento, nosso Bispo Dom Mariano que falou um pouco sobre a alegria de encontrar muitos grupos da IAM alegres e participativos. Mais uma vez se alegramos com nossa querida Santa Infância que cresce cada vez mais em nossa Diocese e espalha frutos onde a mesma esteja. DE TODAS AS CRIANÇAS DO MUNDO, SEMPRE AMIG@S!

A seguir fotos do encontro:









Encontro com IAM e Juventude Missionária em Almino Afonso – RN


Nesta ultima sexta-feira dia 20 de julho o Coordenador Diocesano da Infância e Adolescência Missionária Gerdson Nascimento, esteve presente na cidade de Almino Afonso onde se reuniu com coordenadores, lideres e crianças da IAM de acordo com o coordenador diocesano em seu perfil do Facebook o encontro foi muito proveitoso, o mesmo se alegrou ao ver as crianças cantarem o Hino da IAM por completo e comentarem suas partilhas dos compromissos semanais, na ocasião o mesmo se encontrou também com o Grupo da Juventude Missionária um dos primeiros da Diocese de Mossoró, como sabemos a JM é animada pela Obra da Propagação da Fé – POM. Muito nós alegra o despertar e caminhar de nossa diocese, em busca de um rosto e formato mais missionário, rezemos para que possamos colher bons frutos deste trabalho!

A seguir postamos fotos do evento:









Caminhada Missionária em Paraú/RN - Diocese de Mossoró


Caminha Missionária com grupo da IAM da cidade de Paraú, Diocese de Mossoró - RN


segunda-feira, 23 de julho de 2012

Lenço e escudo da Infância e Adolescência Missionária


Kit (Lenço e escudo) infantil
Preço: R$5,00         

Pergunte sobre este produto
O lenço e escudo da Infância e Adolescência Missionária (IAM) são dois símbolos da Obra. As insígnias farão parte da dinâmica da Jornada Nacional da IAM, evento que será realizado todos os anos a partir de 2013, bem como para a celebração do Ano da IAM no Brasil (2013-2014) e para representar a comunhão das crianças e adolescentes missionários no Brasil e no mundo.
Está disponível com bordas nas cores dos cinco continentes, pois a cada ano será consagrado um continente: vermelho para a América; verde para a África; branco para a Europa; azul para a Oceania e amarelo para a Ásia. O primeiro continente a ser consagrado é a América, portanto, deve ser usado o lenço com as bordas vermelhas.
Medidas
Lenço  tamanhos P (para crianças) com medidas de 75 cm de largura por 39 de comprimento - aproximadamente.
O escudo tem formato circular na cor branca, com dois mascotes ao centro que representam a Infância e Adolescência Missionária. Há ainda o logotipo da IAM, a abreviação POM, a identificação brasileira e o endereço do site das Pontifícias Obras Missionárias. Mede 5,5 cm de diâmetro.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Evangelho do 16º Domingo do Tempo Comum com explicação - Ano B 22/07/2012


Padre André, secretário da IAM concede entrevista no 3º CMN



O secretário nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM) padre André Luiz de Negreiros, concedeu entrevista durante o 3º Congresso Missionário Nacional. Ele falou sobre a participação da Obra no evento e das novidades da IAM para os próximos anos.

sábado, 14 de julho de 2012

Notícias das crianças pelo mundo.


             
                                                  Noticias das Crianças pelo mundo



Em muitos países, milhares de crianças saem todos os dias de casa ainda muito cedo para trabalhar. No Brasil, aproximadamente 5,5 milhões de brasileiros, com idades que oscilam entre 5 e 17 anos, trabalham enquanto deveriam estar na escola.

Geralmente, essas crianças e adolescentes executam elevadas jornadas de trabalho, impedindo assim a presença deles na escola. Além disso, o trabalho desempenhado, muitas vezes, requer um enorme esforço físico. 


O ingresso no trabalho de forma prematura impossibilita a busca por uma vida melhor e ofusca os sonhos de milhares de crianças e adolescentes. É notório que o trabalho executado por essas crianças as exclui da escola. 

Essa realidade não é exclusividade do Brasil, a seguir o panorama do trabalho infantil no mundo:

• De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho, no mundo existem cerca de 250 milhões de crianças trabalhando. 


• O trabalho é realizado por crianças com idades entre 5 e 14 anos. 


• Cerca de 120 milhões trabalham em período integral. 


• Aproximadamente 80% não desfrutam de descanso semanal. 


• Grande parte desses trabalhadores vive na zona rural. 



-
Em Portugal  são cerca de 200 mil trabalhadores com idade inadequada para o trabalho. 

- Na Espanha são aproximadamente 500 mil. 


Na Alemanha, cerca de 600 mil. 


A América Latina abriga aproximadamente 7% da mão de obra infantil mundial. 


-A Áfric
a responde por 32% da força de trabalho infantil no mundo. 

- Aproximadamente 61% do total de crianças que trabalham no mundo habitam o continente asiático. 

- Somente na Índia cerca de 120 milhões de crianças e adolescentes desempenham algum tipo de trabalho. 


- Na Oceania são cerca de 500 mil. 


A partir desses números podemos perceber que se trata de um problema que abrange uma dimensão internacional. Essas crianças que trabalham poderiam estar na escola e brincando, tendo em vista que essa etapa da vida deve ser dedicada exclusivamente a isso.



podemos fazer muito pelo próximo é só querer.